Eu sofro de mimfobia.
Tenho medo de mim mesma.
Mas me enfrento todo dia.
(Millor Fernandes)
terça-feira, 4 de agosto de 2009
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
So, so...
Hoje bateu síndrome de solidão. E essa música que não sai da minha cabeça. Solidão leve. Não sofro. Não choro. Mas o vazio que me consome. Quero me apaixonar por qualquer coisa. Por alguém. Uma música, um sonho. Um plano que plana. O dia.
É como se a gente
Não soubesse
Prá que lado foi a vida
Por que tanta solidão?
E não é a dor
Que me entristece
É não ter uma saída
Nem medida na paixão...
Foi!
O amor se foi perdido
Foi tão distraído
Que nem me avisou
Foi!
O amor se foi calado
Tão desesperado
Que me machucou...
É como se a gente
Pressentisse
Tudo que o amor não disse
Diz agora essa aflição
E ficou o cheiro pelo ar
Ficou o medo de ficar
Vazio demais meu coração...
É como se a gente
Não soubesse
Prá que lado foi a vida
Por que tanta solidão?
E não é a dor
Que me entristece
É não ter uma saída
Nem medida na paixão...
Foi!
O amor se foi perdido
Foi tão distraído
Que nem me avisou
Foi!
O amor se foi calado
Tão desesperado
Que me machucou...
É como se a gente
Pressentisse
Tudo que o amor não disse
Diz agora essa aflição
E ficou o cheiro pelo ar
Ficou o medo de ficar
Vazio demais meu coração...
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Coisas de mummy...
Eu: Não aguento mais essa vida de trabalhar em escritório, queria trabalhar ao ar livre...
Ela: Por que não vende cachorro-quente na praça?
Ela: Por que não vende cachorro-quente na praça?
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Grata.
Grata pela vida, pelos encontros e pela confirmação de sentimentos. Amigos: pérolas que o destino colocou em meu caminho. Amigos: irmãos que eu escolhi. Fui premiada muitas vezes, penso em cada um deles e sinto uma enorme gratidão. Agradeço por tê-los em meu caminho. Meus amigos que moram longe. Não nos falamos quanto gostaria, mas o sentimento convicto da amizade não se dissolve no tempo. É sempre tão bom vê-los de novo. Sempre tão bom saber que tudo continua exatamente onde deixei na última vez que os vi. Algumas relações não funcionam à distância: é o trabalho que consome, a vida social intensa, tantos livros para ler e tantas coisas a fazer. Mas o sentimento permanece intacto e forte. Inabalável. É a companhia boa, o silêncio agradável, as confidências, histórias de últimos acontecimentos e lembranças de uma época única em nossas vidas. Conhecemos tanto uns aos outros e resta sempre a certeza de que a escolha da amizade é irreversível. Os últimos minutos de truco pela alegria de estar juntos pagam a correria para não perder o vôo de domingo à noite.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Festa dançante
- Queria poder expressar tudo o que sinto em palavras. - (Suspiro) - Ah, você entende?
- Sim, sim, eu entendo.
*********************************************************
- Eu nunca te vi tão feliz.
- É eu estou feliz. – (Pausa) – Hoje estou enterrando um amor.
(Abraço)
(Dança)
- Vou pegar mais uma cerveja.
- Sim, sim, eu entendo.
*********************************************************
- Eu nunca te vi tão feliz.
- É eu estou feliz. – (Pausa) – Hoje estou enterrando um amor.
(Abraço)
(Dança)
- Vou pegar mais uma cerveja.
Assinar:
Postagens (Atom)